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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Venda de Imóveis Sustentáveis


conservação do meio ambiente e os problemas oriundos das más práticas levadas a cabo por anos e anos de exploração e extrativismo desenfreado e irresponsável, finalmente cobraram um alto preço do planeta e provocaram inúmeros problemas climáticos em diversas regiões do planeta. Os efeitos, cada vez mais desastrosos, de enchestes, furações, ciclones, secas e outros fenômenos que passaram a ocorrer até onde nunca haviam sido vistos antes; provocou a busca por uma nova forma de encarar a vida em nosso planeta e provocou o aparecimento de um pensamento que, há bem pouco tempo, era algo inimaginável na mente de muitos empresários: A consciência ambiental.
Um setor que, por tradição, sempre foi encarado como um dos maiores vilões planetários do meio ambiente era a construção civil. Altos índices de poluição nos canteiros de obras; nos rios; nas áreas de floresta e em pedreiras e a devastação de gigantescas áreas verdes para extração de barro e de outros insumos, fazia com que a construção civil fosse responsável por uma enorme demanda ambiental e provocasse arrepios em muitos ambientalistas.
No entanto, o advento de novas filosofias de construção e a nova mentalidade do empresariado fizeram nascer a ideia de melhorar a forma como as habitações e outras construções humanas eram construídas. Nasciam assim os imóveis sustentáveis.
Logo, em todas as grandes cidades da Europa e dos Estados Unidos, começaram a surgir imóveis a venda com as características de construção ditas sustentáveis. Logo, um grande contingente de pessoas passou a ter acesso a imóveis construídos de matérias provenientes de fontes que respeitavam o meio ambiente e de unidades extrativistas que priorizavam uma forma sustentável de extração dos recursos naturais necessários.
A venda de imóveis sustentáveis rapidamente transformou-se em uma fonte atrativa de bons negócios e de lucros para o setor da construção civil mundial. Centenas de empreendimentos realizados com essas especificações foram lançados e vendidos com um grande apelo comercial e uma excelente lucratividade. As “boas novas” se espalharam pelo mercado e logo, mais e mais empresários estavam dispostos a buscar a sustentabilidade em seus empreendimentos.
Dentro de um universo de compradores que procura sua primeira casa própria, a venda de imóveis sustentáveis tem um grande apelo. Não só pelo lado ambiental; mas também pelo fator de economia financeira de longo prazo que eles representam devido à redução das contas de serviços concessionários. Além disso, esses imóveis sustentáveis obterão certamente uma positiva valorização em caso de revenda. Exatamente pelos mesmos motivos mencionados e que motivaram a primeira compra. Configurando-se, sem nenhuma dúvida, numa nova preferência de mercado.
Oferecer qualidade de vida, conforto, economia de recursos de forma prática e significativa e uma correta aplicação de políticas responsáveis de manejo e de construção desses imóveis; determinarão novos paradigmas a serem seguidos por cada vez mais empresas do ramo e que, muito em breve, se tornarão diferencial decisivo para determinar o sucesso ou o fracasso de qualquer lançamento imobiliário.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Construtoras, Mercado Imobiliário Aquecido e o Risco de uma Bolha


O mercado imobiliário brasileiro esta muito bem, obrigado. Porém, é necessário cuidados com a concessão de crédito, para evitar uma Bolha Imobiliária.

Com o mercado imobiliário aquecido atualmente as maiores ganhadoras são as construtoras. O poder de consumo interno está forte, a demanda por casa própria é exorbitante e os pedidos não param de chegar ao passo que os projetos se ampliam na planilha das mesmas. Entretanto, quem fica com a maior fatia do bolo, como sempre são os donos, pois a base da pirâmide, que são os trabalhadores nas obras, ainda continua ganhando relativamente pouco. Sem contar que esse consumo desenfreado pode sim gerar uma bolha imobiliária, segundo o FMI. Veja o que há por trás da grande ascensão das construtoras e do mercado imobiliário.
Segundo o relatório do FMI existem riscos evidentes para que os ativos enfraqueçam o poder de consumo nos país mais emergente, que é o caso do atual Brasil, apesar da grande ascensão econômica dos últimos anos. Este crescimento risco ocorreu pela primeira vez em um período de três anos.
De acordo com o estudo: "Em alguns mercados emergentes, que incluem o Brasil e a Turquia, a qualidade de crédito parece ser forte na superfície, mas o rápido crescimento do crédito doméstico, especialmente o de consumo, representa um desafio-chave à estabilidade futura".
Vale ressaltar que São Paulo, espinha dorsal da economia nacional, é a região que agregar maior risco justamente por estar no topo do consumo do Brasil, inclusive no que tange ao mercado imobiliário. A disparada dos preços será alta, entretanto, muito esperam que a curva dos mesmos deixe os consumidores atordoados ao longo prazo.
Fonte: Folha.uol.com.br

terça-feira, 22 de maio de 2012

Em tempos de instabilidade, imóveis continuam boa opção de investimento

Mercado oferece unidades na planta, residenciais com serviços e até hotéis

POR Cristiane Campos
Rio -  Com o anúncio da mudança nas regras da caderneta de poupança e a crise financeira, o investimento em imóveis, que sempre foi um porto seguro, ganha força. Imobiliárias e construtoras confirmam aumento na busca por informações para compras.

O mercado oferece opções de unidades na planta, novas e usadas, além de residenciais com serviços, hotéis e apart-hotéis, estes fora da cidade do Rio de Janeiro, pois a legislação municipal não permite a construção.
 As taxas de juros para a casa própria estão menores, com percentuais variando de 7,99% e 9,5% ao ano mais Taxa Referencial (TR) para os contratos assinados pelas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Nesse caso, o valor máximo de avaliação do imóvel é de R$ 500 mil. Para unidades acima desse preço, os juros também estão menores. O prazo de pagamento também é atraente, chegando a 30 anos com financiamento pode ser de até 100% do preço.

Rafael Motta Duarte, diretor da agência Percepttiva Comunicação, especialista em marketing e inteligência imobiliária, afirma que imóvel é o único investimento que proporciona uma renda extra, tem liquidez e tem o seu valor corrigido anualmente.
 Ele explica que, frente às mudanças do mercado financeiro brasileiro, com a queda da taxa de juros e o baixo rendimento da poupança, os investidores buscam uma nova opção.

“O mercado imobiliário oferece uma série de produtos diretamente formatados para este consumidor/investidor, que, acreditamos, vai representar 50% das vendas este ano”, avalia.

Para quem planeja comprar um imóvel, há muitas opções. A Calçada, por exemplo, lança este mês o Midas Rio Convention Suítes, residencial com serviços, próximo ao Riocentro. Para o diretor da Brasil Brokers, Mário Amorim, o projeto tem vocação de renda, pois pode ser alugado para complementar o orçamento mensal. Fora a valorização.
 O presidente da Calçada, João Paulo Matos, alega que o empreendimento atende a investidores e a quem quer seu apartamento com o conforto de um residencial com serviços, lazer restaurantes, bancos, farmácias, lojas de conveniência e cabeleireiro.

Alternativa de pouco risco

Os imóveis vão continuar tendo valorização e registrando liquidez, o diretor da Brasil Brokers. “Há 10 anos, investir no bem era bom, mas perdia na liquidez. Atualmente, de 30 a 90 dias é possível vender um imóvel com rentabilidade”, explica.

Segundo Amorim, o mercado tem velocidade de venda, e o bem está valorizando mais do que no passado. Ele lembra que o mercado financeiro está assustando as pessoas.

O diretor da imobiliária compara, por exemplo, a compra de um imóvel na planta a um investimento. “Quando ficar pronto, o comprador poderá decidir se vai morar, alugar ou vender”, diz o especialista.

Segundo Amorim, o mercado imobiliário está abrindo várias oportunidades e está atraente porque as pessoas percebem a valorização. De acordo Amorim, o aluguel cobrado varia de 0,4% a 1,2% do preço.

Vaga em hotel é a novidade no mercado

A incorporada NEP identificou uma forte demanda por unidades hoteleiras e descobriu um modelo adequado aos investidores conservadores. “Comprar este modelo é um ótimo investimento”, diz Cyro Fidalgo, diretor da NEP. A NEP vai lançar mais quatro hotéis, de acordo com Fidalgo.

Segundo ele, as vantagens são rendimento mensal e valorização, já que as unidades têm serviços agregados, e a manutenção fica a cargo da administradora. Ele cita ainda a garantia de ter o imóvel alugado, sem riscos de períodos ociosos.

“Há ainda comodidade e transparência nas informações fornecidas ao investidor”, explica.

fonte: http://odia.ig.com.br/portal/imoveis/em-tempos-de-instabilidade-im%C3%B3veis-continuam-boa-op%C3%A7%C3%A3o-de-investimento-1.443111